NAYARA RANGEL

A fotografia era anseio dos tempos de adolescente, quando eu admirava a mágica das revelações e dos momentos registrados. Naquela época, se fotografava com câmeras analógicas. Da forma como eu enxergava, não eram apenas os registros fotográficos de congelar o tempo, mas a magia do que era revelado. Nesse período, a semente foi plantada. No entanto, de forma mais intensa e profissional, estudando com mais afinco, teve início em 2016, quando fui envolvida por completo. Hoje, vejo a arte como algo necessário para me entender melhor e poder expressar como sinto cada momento da vida. Arte é expressão e ser artista é exercer, interpretar e ser sensível a toda e qualquer expressão humana. Nesse sentido, toda manifestação artística traz algum ensinamento, transformando-se em lições para a vida. Em outras palavras, posso dizer que a arte completa minha vida.

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Dona Biel, de Igatú, Chapada Diamantina. Igatú, do tupi, rio bom, água boa. Dona Biel, gente boa, gente da gente. Aquela pessoa que marca nossa vida, ao dividirmos, mesmo que por curto espaço de tempo, da sua companhia.

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